O meio-campista Gérson ficou célebre não apenas por ter sido uma das maiores estrelas do tricampeonato brasileiro em 1970, mas por ter formulado, na propaganda do cigarro Vila Rica veiculada anos depois, aquela que viria a ser conhecida como lei de Gérson: “O importante é levar vantagem em tudo, certo?” – frase dita num carregado sotaque carioca, forçando os erres até o palato ficar encharcado. Gérson tentou por muito tempo se desvencilhar da fama de patrocinador dos espertalhões, patrono dos corruptos e propagandista dos canalhas, mas não teve jeito. A lei de Gérson pegou. Sociólogos, antropólogos e a nata da intelectualidade brasileira já gastaram horas e mais horas, tinta e mais tinta, neurônios e mais neurônios para condenar nossa brasileira condição gersoniana. Somos mesmo uma nação de egoístas, corruptos e sacanas, que só pensam em si e só querem saber de levar vantagem. Certo?
Errado. No fundo, Gérson deveria ter é orgulho. Só a lei de Gérson nos salva nesta era politicamente correta, em que anão virou “verticalmente prejudicado”, pobre virou “excluído social”, débil mental virou “diferentemente capacitado” e em que nem propaganda de cigarro é mais possível fazer sem pedir desculpas em letras garrafais. O enunciado da lei de Gérson põe a nu a essência do nosso caráter sem pudor: somos um povo que gosta de levar vantagem. E daí? Alguém aí teria orgulho de fazer parte de uma nação de trouxas e otários?
Ninguém aqui vai defender um comportamento antiético ou ilegal com base no enunciado da lei de Gérson. Se ela existe, é em primeiro lugar reflexo da nossa realidade. Veja o caso das nossas empresas. Na hora de dar entrevista e aparecer na mídia, todas querem loas a sua responsabilidade social corporativa e boa cidadania. Na hora de declarar imposto, de desempatar alguma pendenga judicial ou de conseguir autorização para obras, estão todas atrás do primeiro Rocha Mattos de plantão para livrar-lhes a cara, já que, em meio à nossa barafunda legal, a propina é questão de sobrevivência e só ela faz a economia andar.
Parece que o povo brasileiro vive uma tensão entre duas forças. Por fora, a força da imagem. Em público, todos têm de ser como que sacerdotes, com comportamento impecável, retidão moral absoluta, espinha dorsal inflexível. Os políticos corruptos são condenados com virulência, qualquer deslize de executivos tem de ser punido de forma exemplar, damos a nossos filhos a impressão de que a ira divina se abaterá sobre suas menores falhas. Esse sentimento faz a fortuna e a desgraça de prefeitos, governadores e presidentes. Por dentro, porém, irrompe a força de Gérson. Ninguém agüenta essa pressão hipócrita. Todos querem o melhor para si – e que mal há de haver nisso? De posse da menor fímbria de poder, de uma tênue nesga de oportunidade, não raro transgredimos as mesmíssimas regras cuja transgressão acabamos de condenar nos outros. Julgamos, condenamos, enforcamos e esquartejamos Gérson. Mas Gérson somos nós. Eis nosso dilema.
Para que tanta hipocrisia? Nada disso precisa ser assim. A lei de Gérson muito deveria nos honrar. Basta despi-la da hipocrisia para perceber que é a esperteza nacional que faz o Brasil se destacar em meio à mediocridade reinante no planeta politicamente correto, em que tudo tem de ser igual e insosso, em que todos acham que têm direito a tudo, em que a criatividade – e a verdadeira diferença – foram banidas. Na América Latina, os argentinos choram suas tristezas frustradas num tango melancólico, enquanto nós brasileiros damos risadas de nossas sacanagens num alegre sambinha. Qual o problema se podemos ser espertos e felizes? Quem disse que ser esperto é ruim ou necessariamente antiético? Por que ter vergonha disso em vez de usar a esperteza a nosso favor?
O empreendedorismo e a criatividade do brasileiro nada mais são que expressões dessa faceta mais nobre da lei de Gérson. Afinal, empreender não é saber aproveitar oportunidades? Criar não é violar regras estabelecidas e preconcebidas? Tudo isso não é, no fundo, saber levar vantagem? Vamos largar a mão de ser bestas e incorporar com orgulho nosso lado Macunaíma. Vamos dar um basta à histeria politicamente correta que infesta a humanidade e usar nosso próprio antídoto: a boa e velha lei de Gérson. Viva Macunaíma! Viva Gérson! Ziriguidum. Telecoteco. Balacobaco, esquindô, esquindô.
( Helio Gurovitz. Superinteressante, nº. 197. São Paulo: Editora Abril.)
SELEÇÃO OU SUCESSÃO
Luciano Pires (extraído do livro: Brasileiros pocotó. Editora Panda, 2004, pg. 74-76)
Durante a Copa, fomos bombardeados pela mídia falando dos convocados e do esquema de jogo.
Milhares de páginas e horas discutem o plano do treinador, as estratégias e táticas, as ameaças e oportunidades e os competidores. Afinal, tem coisa mais importante que ganhar a Copa? Tem.
Na campanha presidencial de 2002, assistindo aos discursos, à propaganda televisiva e à lengalenga de sempre de três ou quatro candidatos com chances de assumir a direção do Esporte Clube Brasil S.A. E o que discutimos?
Qual marqueteiro vai levar vantagem. Qual campanha televisiva é mais criativa. Os novos ternos do Lula. A antipatia do Serra. O falatório do Garotinho. A mulher do Ciro. Discutimos os acessórios. O principal, os PROGRAMAS, as propostas concretas para dar continuidade ao crescimento do país, ficam em segundo plano. Se discutíssemos a sucessão como discutimos a Seleção, com certeza teríamos mais inteligência, valor e conseqüência. Mas parece que a Seleção é mais importante que a sucessão. Essa discussão vazia cria os analfabetos políticos, tão bem escritos por Bertold Brecht, escritor e teatrólogo alemão, no texto a seguir:
"O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel e do remédio, dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil, que da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das multinacionais."
Eu já topei com analfabetos políticos. Gente que se orgulha de dizer que não gosta de política, que não vai votar "nisso que está aí", votando em branco. Ou anulando. Ou simplesmente não votando.
Uma espécie de protesto burro, que coloca nas mãos de terceiros seu próprio destino. Tenho notado no Brasil uma profunda ignorância sobre o que vem a ser política. Como faz com todos os problemas complexos, inclusive com o esquema tático da seleção, o brasileiro simplifica. Reduz a política à troca de favores, ao conchavo, à coisa de gente desonesta, disposta a tirar vantagens pessoais...
E tudo passa a ser "sempre assim"... e vira piada. Tá bom, fazer humor de suas desgraças faz parte do código genético do ser humano, mas deixar o destino nas mãos de terceiros, não. Isso é burrice, para dizer o mínimo. Coisa de pocotó.
E quem vota, sem analisar propostas, apenas interessado em benefícios imediatos ou no discurso "bonito"dos candidatos, é o quê?. Semi-analfabeto político! Pois tenho uma má notícia. Nosso destino está nas mãos de alguns milhões de semi-analfabetos políticos! Alguém duvida?
Se um programa de TV é capaz de eleger um presidente da República, da mesma forma como elege o vencedor do reality show...estamos encrencados. Essa constatação me leva a uma súplica.
Para que os meios de comunicação de massa, que hoje discutem o acessório, iniciem um processo de alfabetização política. Ainda há tempo. Na próxima eleição, em vez de falar da barba aparada do Lula, falar de suas propostas. Em vez de falar do primo do Serra, falar de sua receita para o Brasil voltar a crescer.
Que tal analisar de forma objetiva, inteligível para a população, os planos dos próximos candidatos?
Explicar o que existe de bom, e o que é lengalenga? Dizer por quais razões não dá para praticar uma ruptura ou manter o modelo atual? Avaliar o currículo de cada candidato e suas possibilidades de cumprir as promessas? Avaliar quem são os prováveis ministros de cada candidato, quais suas idéias?
Da mesma forma como fazemos com a seleção. Essa comparação, se devida e repetidamente feita, com linguagem simples e didática, prestará ao Brasil um serviço maior que os milhares de minutos e páginas gastos diariamente com superficialidades.
Quando a mídia de massa começar a tratar seus leitores e expectadores como algo mais que analfabetos políticos, começaremos a mudar este país. E talvez ganhemos algo mais importante que a Copa.
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Embora se refira a campanha e a Copa de 2002, parece que este texto se encaixa perfeitamente a realidade que estamos vivendo neste instante. As únicas diferenças são que o Presidente Lula não é mais candidato direto e o Brasil perdeu a Copa. No mais, parece um reprise daquela penúltima eleição. Após uma leitura rápida em aula e uma pequena discussão introdutória, combinamos que todos deveriam entrar no blog nas férias (ou antes delas) e postar um pequeno comentário, criticando, defendendo ou simplesmente comentando o texto acima. Caro aluno, agora é a sua vez, coloque sua cabeça para pensar, organize as idéias e mãos-a-obra! Um abraço e boas férias!!
Vejam o mail que recebi! O que acham dessa mobilização pela internet. Podemos fazer muito mais utilizando esse recurso. Vamos participar?
Caros amigos,
Nossa! O Brasil está gerando um movimento pela Internet sem precedents pela Lei Ficha Limpa. Só nos últimos 10 dias mais de 200.000 pessoas assinaram a petição!
Esta é uma luta histórica, mas a pressão está funcionando. Os oponentes da Ficha Limpa estão tentando ganhar tempo adiando a votação. Se eles acham que a nossa mobilização massiva vai dispersar – vamos mostrar que eles estão errados. Encaminhe este email, poste no twitter, compartilhe no Orkut, e vamos conseguir muito mais que a nossa meta de 2 milhões de assinaturas! Clique abaixo para assinar:
De acordo com suas leituras, construa conceitos abrangentes para: política, república e democracia...
2010, ano de eleições
Para iniciarmos o ano letivo bem informados acerca da política sugerimos alguns sites para começarmos a esquentar o debate...
Gostaríamos de receber mais sugestões de links sobre o tema, contribua clicando em comentários...



Foi fundado em 25 de junho de 1988, com sede e foro em Brasília. O PSDB é um partido social-democrata.
Entre os pontos fundamentais do programa do PSDB estão: a ética na política; a pregação do parlamentarismo;
o compromisso fundamental com a democracia e a qualificação desta como política, social, econômica e participativa;
as descentralizações das políticas sociais; o controle sociedade sobre o Estado.
O PSDB tem como base a democracia interna e a disciplina e, como objetivos programáticos, a consolidação dos direitos
individuais e coletivos; o exercício democrático participativo e representativo; a soberania nacional;
a construção de uma ordem social justa e garantida pela igualdade de oportunidades; o respeito ao pluralismo de idéias,
culturas e etnias;
e a realização do desenvolvimento de forma harmoniosa, com a prevalência do trabalho sobre o capital, buscando a distribuição equilibrada da riqueza nacional entre todas as regiões e classes sociais.
O PSDB se tornou mais conhecido durante o mandato de presidente de Fernando Henrique Cardoso, do ano de 1995 á 2003
O PSDB tem hoje mais de 54.000 filiados no RS. Em 2006 elegeu a governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crussius
Tem como Símbolo um tucano, pois:
1. em primeiro lugar, o tucano de peito amarelo lembra a cor da campanha das eleições diretas
- o amarelo - cor-símbolo da luta pela democracia no Brasil;
2. o tucano é um dos símbolos do movimento ecológico e da defesa do meio ambiente;
3. é uma ave "brasileira", característica importante para indicar nossa preocupação com as realidades nacionais de nossa terra e de nossa gente.
Resumo do trabalho produzido pelas estudantes Bianca e Eloisa
Partido do Movimento Democrático Brasileiro - PMDB
O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) é um partido político brasileiro fundado em 1980 que possui uma orientação política de centro e é sucessor do Movimento Democrático Brasileiro(MDB), legenda de oposição ao Regime Militar de 1964. Seu código eleitoral é o 15.
Pelos registros da nossa história recente, surpreende que o PMDB tenha resistido a tantas pressões de governos ditatoriais, divisões internas, esvaziamento, crescimento, novas divisões e se mantenha como a legenda de maior base no território nacional. É possível explicar. Sofrida, com maus e bons momentos, a história do PMDB é a história do Brasil que continuou pulsando a partir de 1964. Se manteve em movimento, com contradições, abrigou vários tipos de ideologias e tendências políticas, instigou, gestou outros partidos, mas se manteve no centro das discussões durante, na queda e após o regime militar. Hoje, para contar um pouco da história do PMDB é preciso não só falar da história do Brasil, mas de praticamente todos os partidos, à sua esquerda, ou à sua direita.
Oficialmente o PMDB, que nasceu MDB, teve sua fundação em 24 de março de 1966 com o registro na Justiça Eleitoral. Era um dos resultados da extinção dos partidos imposta pelo AI-2 e a instalação do bipartidarismo logo em seguida. Uma tentativa de imitar a bipolaridade norte-americana, democratas versus republicanos. A diferença, que se evidenciou antes mesmo do registro do MDB, é que o papel destinado pelos militares à oposição se resumia a isto: o de opositor, mas inofensivo ao poder. E muito menos que ambicionasse ao poder.
O partido então, reuniu uma grande quantidade de políticos que integravam o MDB na época do governo militar. Identificado pelos eleitores como o principal representante da redemocratização do país, no início da década de 1980, foi o vencedor em grande parte das eleições ocorridas no período pós-regime militar. Chegou ao poder nacional com José Sarney, que tornou-se presidente da república após a morte de Tancredo Neves. Com o sucesso do Plano Cruzado, em 1986, o PMDB conseguiu eleger a grande maioria dos governadores naquelas eleições. Após o fracasso do Plano Cruzado e a morte de seu maior representante, Ulysses Guimarães, o PMDB entrou em declínio. Muitos políticos deixaram a legenda para integrar outras ou fundar novos partidos. A principal legenda fundada pelos dissidentes do PMDB foi o PSDB.
O PMDB desde seu principio, acredita que todos têm a prerrogativa de manifestar livremente seu pensamento sem qualquer tipo de restrição ou censura de natureza política, ideológica e artística. Os militantes do partido lutam por um país mais desenvolvido, mais justo e mais solidário.
Na cidade de Ijuí, candidatos a vereadores são Evandro Barros, Gilberto Klever, Delmar Arruda “Nego”, Elio Quatrin, Enio Gonçalves, Janio Fernandes, Nelsa, Perondi, Ricardo Adamy e Jundiá. Já Sérgio Burman é o o candidado pelo PMDB a vice prefeito.
Resumo do trabalho produzido pelas estudantes Laís e Mariah
Faça uma leitura para entender o papel dos prefeitos e vereadores. Mais, leia também sobre a importância do voto... Clique aqui
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) é um partido político brasileiro de esquerda de ideologia trabalhista, fundado por políticos e intelectuais brasileiros liderados por Leonel Brizola no final dos anos 70, e hoje em Ijuí tem como presidente Valmor Krysczum. Único partido político brasileiro com representação na Internacional Socialista. Seu código eleitoral é o 12.
Visam o trabalho, acreditando que o mesmo dignifica o ser humano, dão ênfase também à educação e à saúde. Defendem as coisas nacionais e são contra privatizações.
Em Ijuí o PDT atua desde 1982 estando 12 anos no poder, perdendo 4, e voltando a atuar em mais 8 anos, ou seja, nos 24 anos, esteve no poder por 20 anos. Durante esse tempo tiveram como objetivo fazer com que o município atingisse uma estabilidade econômica, e que acontecesse a valorização do serviço público, atuaram na educação, na saúde, além de obras de infra-estrutura.
Resumo do trabalho produzido pelas estudantes Marine, Dieine e Eveline
A idéia de fundar o Partido dos Trabalhadores surgiu em 24 de Janeiro de 1979 em Lins-SP, no Congresso dos Metalúrgicos, Mecânicos e Eletricitários do Estado de São Paulo.
O Partido dos Trabalhadores foi oficialmente fundado por um grupo composto por dirigentes sindicais, intelectuais de esquerda e católicos, no dia 10 de fevereiro de 1980 no Colégio Sion
O partido dos Trabalhadores surgiu como uma ruptura dos conhecidos sistemas de organização política do país. Desde a fundação, o partido definiu-se pela defesa da liberdade, do socialismo, autonomia sindicais, por um salário mínimo real e unificado, pelo apoio às lutas dos assalariados e por uma política externa independente.
Desde 2005 o presidente do partido é Ricardo Berzoini. O PT é o único partido do país que tem eleições diretas para os cargos da direção partidária, atualmente o PT está no comando do governo Federal com o Presidente Lula, no Rio Grande do Sul no comando de 41 prefeituras, no Brasil em 382 prefeituras. Em Ijuí o PT surgiu quase ao mesmo tempo que em nível nacional, no inicio da década de 1980, na câmara é representado atualmente pelos vereadores João Pedro Fagundes e Sérgio Luiz Fernando Pires.
Resumo do trabalho produzido pelos estudantes Antônio, Rasiele e Alessandra
Nome: Partido Comunista do Brasil
Pres. Nacional: José Renato Rabelo
Fundado em 1922, o Partido Comunista do Brasil é o partido mais antigo do país. Viveu 60 anos na clandestinidade. Em 1962, rechaçou o oportunismo de direita, reorganizou-se, adotando a sigla PCdoB, e realçou sua marca revolucionária. Muito perseguido pelo regime militar, dirigiu a Guerrilha do Araguaia em 72-75. Ao fim da ditadura, alcançou a legalidade. Vive hoje uma das suas fases mais ricas.
O PCdoB guia-se pela teoria científica de Marx, Engels, Lênin. Procura aplicá-la criativamente à realidade do Brasil e desenvolvê-la sem cessar.
O princípio básico da organização do PCdoB é o centralismo democrático: a submissão da minoria à maioria, a unidade de ação e a direção coletiva.
O PCdoB quer um Brasil socialista, um país verdadeiramente democrático e soberano. Atualmente a conquista deste objetivo estratégico passa pela vitória da linha política aprovada na sua 9ª Conferência Nacional: atuar pelo êxito do governo Lula na realização das mudanças.
Ivan E. da Silva e Bruno B. da Silveira T. 231
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